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    <dcterms:title><![CDATA[A Loucura Fala]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Saúde Mental | Psicologia | Linguagem ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Projeto Experimental - Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Curso de Graduação em  Jornalismo, 1993.]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Esta reportagem foi construída durante nosso último  semestre na Faculdade de Comunicação, e a idéia de produzi-la surgiu durante um curso de Estética (crédito optativo obtido na Faculdade de Filosofia), quando fizemos um trabalho intitulado &quot;Estética e Semiologia do Inconsciente&quot;, abordando a arte do louco e suas nuanças.<br />
Discutem-se academicamente os conteúdos que estão por trás das &quot;criações&quot; dos mass media, os significados das falas de muitos, ditos normais. Porque não abrir um espaço na Faculdade de Comunicação (FAC), para a analíse do discurso da loucura? Isso já foi feito algumas vezes, mas sem compromisso com uma continuidade dos debates e estudos.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Maria Fernanda Lambach]]></dcterms:creator>
    <dcterms:available><![CDATA[31.07.2024]]></dcterms:available>
    <dcterms:dateSubmitted><![CDATA[10.12.1993]]></dcterms:dateSubmitted>
    <dcterms:contributor><![CDATA[José Luiz Braga ]]></dcterms:contributor>
    <dcterms:rights><![CDATA[Acesso Aberto]]></dcterms:rights>
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    <dcterms:language><![CDATA[Português]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Trabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bacharelado]]></dcterms:type>
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