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    <dcterms:title><![CDATA[O ECONOMÊS NO JORNALISMO BRASILEIRO: O CASO DA CRISE RUSSA]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Jornalismo | Jornalismo Brasileiro | Crise Russa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Curso de Graduação em Comunicação, 1999.]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Até a metade da đécada de 50, as noticias econômicas eram publicadas como pequenas  notas nos jornais. Depois, foram ocupando espaços maiores e fixos. Surgindo, então, as editorias de  economia,  Mesmo com toda a evolução do jomalismo econômico, que pouco a pouco foi adquirindo  seu espaço nos grandes jomais e um grande leque de leitores, os jomnalistas ainda utlizam, para  escrever suas matėrias de economia, uma linguagem muito hermética. Uma linguagem cheia de  palavras e expressões que só são entendidas polleconomistas e técnicos.  Para ilustrar essa afirmativa, tomou-se como exemplo a crise da Russia. Este foi um  episódio da economia globalizada que teve repercussões sobre a economia brasileira e que deveria  fazer a população refletir sobre um possivel esgotamento do Plano Real. Isto não aconteceu.  Procurar-se-á mostrar que a abordagem utilizada pela imprensa brasileira, na cobertura  dessa crise, explica, parcialmente, essa indiferença da população.  A partir de uma análise sobre a crise da Rússia e de uma pequena introdução sobre o  jornalismo econômico no Brasil, serão apontadas as palavras em &quot;economês, utilizadas na  cobertura da crise russa pelos jornais O Globo, Correio Braziliense e pela revista Veja, do dia 17 de  agosto a 17 de setembro, procurando mostrar o signilicado delas.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[SILVA, Andreia de Abreu]]></dcterms:creator>
    <dcterms:available><![CDATA[07.05.2025]]></dcterms:available>
    <dcterms:created><![CDATA[1999]]></dcterms:created>
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    <dcterms:license><![CDATA[Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem a autorização prévia do autor.]]></dcterms:license>
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